terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

pensar, refletir , eu mesma


Abraço-te percebo-te no silencio dos teus labios, nos olhos humidos, repousando na maresia, pintada pelo sol em cores que nao se sabem dizer e nao se kopiam, sinto os teus braços nos meus , sinto todo o teu corpo tremer. O teu cabelo fala ao vento e ligasse aos meus labios, olhamos nos com um olhar paralelo , como se um par de dois olhos um ser estranho bicefalo. A ternura da tua pele arrecatada nos meus dedos tem a textura de todas as memorias, o sabor a ti , o teu cheiro que me violenta e inebria que nao me deixa esquecer que vivo de ti. Depois ficam as palavras, lidas e relidas o tema repetido, eterno amor que do resto do mundo de todas as historias, as cicatrizes da alma mostram testemunhas permanentes , confidentes que nunca nos deixam sós.

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